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A Nova Almeida Atualizada

Passados 60 anos desde a publicação da Almeida Revista e Atualizada, a SBB entendeu que era tempo de fazer uma nova atualização, para tornar o texto de
Almeida mais compreensível aos leitores de hoje.

No entanto, essa decisão não poderia ser tomada de forma unilateral. Representantes das igrejas cristãs foram convidados para uma reunião na Sede Nacional da Sociedade Bíblica do Brasil, em outubro de 2012, em Barueri (SP). Esses representantes de diferentes denominações cristãs acolheram a ideia com entusiasmo e ajudaram a formular os parâmetros da revisão.

O trabalho de revisão foi iniciado pela SBB, oficialmente, em setembro de 2013.

Base Textual:
Os originais da Bíblia

A Nova Almeida Atualizada foi baseada nas edições mais recentes dos textos bíblicos nas línguas originais (hebraico, aramaico e grego).

• Antigo Testamento: Biblia Hebraica Stuttgartensia.
• Novo Testamento: O Novo Testamento Grego, 5ª edição / Nestle-Aland 28ª edição.

Logomarca

O círculo tem sido usado no Cristianismo como símbolo da eternidade, pois não tem princípio ou fim. Assim, por mostrar perfeição e continuidade, também representa a vida eterna. Baseada nisso, a SBB adotou um círculo estilizado para identificar a edição Revista e Atualizada de Almeida e, agora, a Nova Almeida Atualizada, apontando que “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e para sempre” (Hebreus 13.8).

CARACTERÍSTICAS
DA NOVA ALMEIDA ATUALIZADA

• Texto clássico em uma linguagem atual.
• Tradução de equivalência formal, que caracteriza a Almeida. Mas como o objetivo é oferecer um texto de fácil compreensão, foi adotada a conhecida norma: “formal ou literal sempre que possível; dinâmico sempre que necessário”.
• O texto resultante corresponde à norma padrão do português que é escrito no Brasil hoje.

DUPLA FIDELIDADE:
– AO TEXTO ORIGINAL
– AO LEITOR

Fluxo de Trabalho

O que mudou

A segunda pessoa (“tu” e “vós”) foi mudada para “você” e “vocês”, a não ser em orações e nos Salmos.

Uso de frases mais curtas, sempre que possível, e organização do texto em parágrafos. Com isso, a edição da Bíblia preza a leitura no contexto.

Uso da ordem de palavras que é natural em português, e não da ordem natural em hebraico e grego.

Substituição de termos que exigem consulta ao dicionário, sem perda de significado.

Termos clássicos da teologia, como propiciação, justificação, reconciliação, redenção e regeneração, não foram alterados.

Construções como mesóclises foram substituídas por formulações mais usuais no português brasileiro atual.

Unidades de peso, de medida e de capacidade foram convertidas para pesos e medidas que são mais conhecidos e usados pelos leitores de hoje.

A poesia bíblica é tratada como poesia também na apresentação gráfica.

Uso de frases mais curtas, sempre que possível, e organização do texto em parágrafos. Com isso, a edição da Bíblia preza a leitura no contexto.

Os diálogos são destacados e as páginas não ficam tão “carregadas”. Isso ajuda o leitor.

Foi incluído um sistema de referências cruzadas mais amplo, incentivando os leitores a lerem a Bíblia à luz da própria Bíblia.

Também foram acrescentadas notas explicativas (traduções alternativas, explicações de termos hebraicos e gregos etc.).

 O que é igual no texto original foi traduzido do mesmo jeito, especialmente nas passagens paralelas.

O estilo continua clássico e segue a norma padrão do português escrito e falado no Brasil.

A maior preocupação foi tornar esse texto compreensível, de modo que o leitor/ouvinte diga: “É Almeida, e isto eu entendo.”

Comparando as Traduções